Beginnig of a new phase of life

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Como evitar os chatos no Facebook

      Lembra daquele seu Muy Amigo  do colégio? Ele está de volta, agora no FACEBOOK !!

 
Queiramos ou não o Facebook é o novo Orkut do Brasil. É o atual queridinho dos brasileiros nas redes sociais, o preferido das massas e das maçãs. Soube disso a partir do momento em que minha mãe está passando mais tempo no Facebook que eu.

Com toda essa popularidade é comum receber solicitações de amizade de gente com quem não temos mais contato. Pessoas que poluem a timeline do Facebook com correntes anos 90. Mas que fica chato não aceitar como amigo no Face, pois você sempre acaba esbarrando com ela no mundo real. Onde, eventualmente, a pessoa nem é tão mala sem alça.

A solução para isso é muito simples: Você adiciona o mala sem alça como amigo, mas nas assinaturas DESMARCA todas as opções, conforme ilustrado na imagem abaixo:
                                                                            Desmarque tudo!

Pra completar o serviço, você também pode incluir esta pessoa inconveniente no grupo Restritos, que não recebe nenhuma das suas atualizações:

                                                     Inclua os chatos no grupo Restritos.

Simples, rápido e indolor...fonte :  http://www.compulsivo.com.br 



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Um amor para sempre nosso

 
Quanto vale uma pessoa? Um amigo, um amor? Quanto vale aquele livro que você morre de ciúmes? Ou aquele amigo que quase nunca liga? Como algum escritor disse por aí, cada pessoa vale o sentimento que desperta na gente.
Tem gente que vale uma risada deliciosa regada de paz interior. Tem gente que vale a nossa autoconfiança, a nossa rebeldia, o nosso amor silencioso, o nosso amor sem querer nada em troca, as nossas noites mal dormidas, os nossos sonhos empacotados embaixo da árvore cujo plano de fundo são as estrelas. Outros valem uma conversa boa e duradoura, um choro de alegria, uma ansiedade que faz nascer borboletas no estômago. Tem gente que vale nossa paz infinita quando abraçamos como se não houvesse o depois, como se o futuro não existe, ou existisse, mas coubesse no abraço.
É tanto valor, é tanto querer bem! Cada pessoa que passa em nossa vida acende uma luz em nós e nos desperta sabedorias que levaremos para a vida toda. Cada vez que uma alma iluminada passa por nós, ela deixa um rastro, uma fagulha que nos ajuda a enfrentar momentos difíceis. Todo mundo que um dia nos fez bem traz um significado que nos ajuda a superar os dias tristes. Quem é importante em nossa vida, é importante para sempre. Geralmente quando acontecem desavenças percebemos que por mais que a gente passe anos sem falar com alguém, aquela pessoa sempre despertará em nós as mesmas coisas, porque o que ela fez para a gente, não muda nunca. O que passou não pode ser alterado. Pois, que bom, o bem e o amor um dia distribuídos servirão para sempre para aliviar os sentimentos ruins existentes nos corações.
Uma das coisas que o tempo e a rotina fazem, é causar afastamentos em pessoas que se querem bem. Se o relacionamento sempre foi sincero e do bonito, nada muda isso. Uma coisa é certa, a gente gosta pela lembrança também. Lembrar de um sentimento bom que outrora nos envolveu faz tão bem quanto viver um sentimento bom, agora mesmo, enquanto a vida passa. A gente só não pode deixar de viver... E lembrar sempre com o maior amor que se pode ter... Conter... E depois espalhar por aí!

"Mas o que de mais alto existe, minha alma alcança"

 
Eu não posso controlar a minha vida. Apesar de poder fazer escolhas, eu simplesmente não posso controlar as opções que irão me aparecer. Às vezes parece que é fácil, mas como fazer você entender que não é? Não é simples, não é fácil. Mas sinceramente? Não faço tanta questão assim! O que eu quero é ser feliz. Às vezes a gente acha que vai ser feliz de um jeito, mas é tudo engano, só Deus sabe o que nos deixa verdadeiramente feliz (a gente não sabe, existem muitos prós e contras para pensarmos com sensatez.) É fácil apontar e dizer que estamos fazendo errado, fácil demais. Sabe o que é difícil? Se por no lugar da pessoa, sentir igual a pessoa. Nelson Rodrigues estava certíssimo quando disse que só falam da gente porque não sentem igual a gente. É bem isso!

Dia desses, uma pessoa muito querida disse o seguinte: "É na busca que te encontrarás, querida." E eu sorri, porque entendi que aquilo era Deus dizendo: "Relaxa, eu tenho um plano! Eu estou no comando." E dei risada das possibilidades que Ele está mandando, mas eu faço pouco caso porque quero não sei o quê.

Estava assistindo a um filme e em dado momento um dos personagens diz mais ou menos assim: "Você tem que florir onde estiver." E eu também entendi o que Deus estava me dizendo! Se o destino não deixa que a gente ande, a gente faz bonito sem sair do lugar. A gente também dança em espaço pequeno. Muitas vezes coisas e sonhos nos são privados, mas isso é só Deus mostrando que não precisamos disso ou daquilo para sermos feliz! Quantas vezes insistimos? Mas insistir não é ruim, nunca foi, somente assim conseguimos coisas que estão destinadas a serem nossas. A gente também tem que lutar pelo que é nosso, nada é de graça. Mas temos que saber dosar. Não adianta insistir demais, baby, bate na porta ao lado que a festa é lá!

Se pensarmos bem, aquilo que a gente tanto quer não nos faria tão feliz quanto supomos naquelas noites chorosas. O que nos faz bem é aquilo que nos faz florir! Se a busca de um sonho só te faz mal, não estaria na hora de repensar? Quando o sonho é certeiro, a busca por ele também é boa, faz bem para à alma. Se insistimos e não deu certo, não trouxe coisas boas, quer dizer que é hora de mudar. Quão bom deve ser uma pessoa que sabe a hora de parar e a hora de seguir em frente. Quão bom deve ser ter esse discernimento.

Eu não quero saber o que o destino me reserva, o que Deus me reserva, o que o mundo me reserva, o que o dia de amanhã me reserva... Eu só quero florir e continuar com a minha poesia. Enquanto eu tiver flores e poesia para espalhar, eu sei que estarei no lugar certo... A hora certa? Ela chega! As coisas certas? Deus nos dá.

[Noemyr Gonçalves]

*Imagem: Macon
*Título: Pe. Fábio de Melo

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Perseverança!


Nada me representaria melhor, hoje:

"Jogo a minha rede no mar da vida e às vezes, quando a recolho, descubro que ela retorna vazia. Não há como não me entristecer e não há como desistir. Deixo a lágrima correr, vinda das ondas que me renovam, por dentro, em silêncio: dor que não verte, envenena.
O coração marejado, arrumo, como posso, os meus sentimentos. Passo a limpo os meus sonhos. Ajeito, da melhor forma que sei a força que me move. Guardo a minha rede e deixo o dia dormir.
Com toda a tristeza pelas redes que voltam vazias, sou corajosa o bastante para não me acostumar com essa ideia. Se gente não fosse feita pra ser feliz, Deus não teria caprichado tanto nos detalhes.
Perseverança não é somente acreditar na própria rede. Perseverança é não deixar de crer na capacidade de renovação das águas.
Hoje, o dia pode não ter sido bom, mas amanhã será outro mar. E eu estarei lá na beira da praia de novo."

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Momentos (Ingryd Thain)

Têm momentos que sentimos uma sensação de estar sozinha, mesmo arrodeada de tantas pessoas. Sentimos falta de alguém; sentimos á falta mesmo sem saber de quem. Sentimos falta de estar só ao lado da pessoa, abraçados e  sincronizados, sem pronunciar uma só palavra, só desfrutar o momento, o silêncio e sentir todas as emoções que essa pessoa nos traz; a paz, a alegria, o conforto, o amor, principalmente o amor. E o melhor é quando estamos sozinhos ou triste esta pessoa aparece para nos completar. E quando não aparece, precisamos ser forte e fazer acontecer sozinhos.  

(IngrydThain - Editora do Blog Diário de Uma Girl)







terça-feira, 7 de fevereiro de 2012


"Liberdade na vida é ter um amor pra se prender. A gente reclama muito da dependência, mas como é maravilhosa a dependência, confiar no outro, confiar no outro a ponto de não somente repartir a memória, mas repartir as fantasias. Confiar no outro a ponto de esquecer quem se foi assim que o outro esteja junto, é talvez chegar em casa e contar seu dia e só sentir que teve um dia quando a gente conta como foi. É como se o ouvido da outra pessoa fosse nossos olhos.

Amar é uma confissão. Amar é justamente quando um sussurro funciona melhor que um grito. Amar é não ter vergonha de nossas dúvidas, é falar uma bobagem e ainda se sentir importante. É lavar louça e nunca estar sozinho. É arrumar a cama e nunca estar sozinho. É aquela vontade danada de andar de mãos dadas durante o dia e de pés dados durante a noite."

Fabrício Carpinejar

Não importa


O quanto essa nossa vida nos obriga a ser sérios... Todos nós procuramos alguém para sonhar... brincar... amar... e tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender."

SEGURAR UMA MULHER É IGUAL A BATER

O homem é violento.

Se você acredita que não é perigoso, é ainda mais selvagem. Sua raiva está reprimida, prestes a desaguar por um motivo banal.

Não brigamos intencionalmente, brigamos por soberba, quando nos julgamos imunes ao pior e terminamos pegos desprevenidos pelo monstro que somos.

Todo homem requer consciência de sua agressividade para nunca desrespeitar uma mulher.

Não deve confiar nas aparências, alegar que é educado, que é sensível, que é romântico – este é o caminho mais rápido à fatalidade.

Todo homem, apesar da feição civilizada, é um pugilista manso, um lutador amarrado, um arruaceiro contido.

A violência doméstica não é exclusividade dos outros, não é possessão do demônio.

Você é violento, não se sinta mal, não está sozinho nisso, eu sou violento, talvez mais violento do que um cão com raiva, do que um tigre magro, do que um leão levemente envelhecido.

É normal a coexistência da maldade e da bondade, do claro e do escuro, do divino e do bestial num só gesto.

Poeta, engenheiro, arquiteto, violinista, florista, não há profissão que nos salve do grito, dos punhos fechados e da ânsia de eliminar a resistência na base da força.

A questão é não permitir a ebulição da ira. Fugir das situações de descontrole, do deboche e da penúria do humor.

Evite se expor às ofensas por mais de duas horas – há uma cota de desaforo suportável pelo sangue.

O homem é Etna, é Fuji, é Vesúvio, um vulcão adormecido que pede vigilância perpétua.

Não batemos porque somos provocados. Batemos porque desejamos acabar com a crise de qualquer jeito. Batemos porque não nos conhecemos, e sempre deduzimos que uma agressão na adolescência representou uma exceção, que uma vez trocamos sopapos no trânsito para nos defender. Deliramos que o ato de jogar a cadeira na parede apenas traduziu um momento.

Nenhuma justificativa pode disfarçar o problema de fundo: somos naturalmente violentos. Ouça-me enquanto é cedo e não ameaça sua companhia.

Nenhuma explicação abafa o ódio. Reconstituição somente existe depois da morte, o inferno e o Presídio de Charqueadas estão lotados de desculpas.

Tatue a Maria da Penha nas pálpebras, tome as providências para não se achar imutável e maior do que a realidade.

Esmurrar a porta já é invasão. Arranhar a mulher já é soco. Empurrar a mulher já é espancamento. Não invente atenuantes.

E, por favor, não segure sua mulher, mesmo que seja para acalmá-la, mesmo que seja para contê-la, mesmo que seja para abraçá-la e dizer que a ama. Segurar num momento de tensão é igual a bater. Agredir sempre foi simples demais. A ternura que é trabalhosa, a ternura que não é de graça, a ternura que leva tempo.

Cuide de si para cuidar de sua esposa. Não batemos porque somos provocados. Batemos porque desejamos acabar com a crise de qualquer jeito

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Você tem medo de se apaixonar.........

Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus aguentam uma reza por mais de duas horas.

Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza.

Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz.

Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. 

Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo irMedo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada.

(Carpinejar)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Como conquistar uma mulher

Infelizmente em alguns casos ainda é assim