Não vou fingir surpresa, porque já passei por isso. Sei como é. Em muitos momentos da vida, visualizamos apenas o que queremos, ouvimos quem queremos, damos trela a quem queremos. Só não mandamos nesse infinito coração humano, que ama quem, racionalmente, não queremos.
Dói. Ver você agindo como uma criança imatura dói. Não lhe culpo. A tentativa de conter os próprios desejos é tênue demais – apenas uma linha entre o certo e errado e puft! Se você opta pelo errado, baby, “quebra a cara” mais na frente. Mas a vida é assim. Aprendi na marra que os meus erros apenas serão colhidos por mim. Fui atrás deles. Eu quis. E me arrependi depois. Óbvio que você não tem que aprender com os MEUS vacilos. Mesmo assim, há esperança... Somos tão próximos. Vivemos praticamente tudo juntos.
Claro, claro! Não estou dizendo que vai acontecer o mesmo desenrolar de acontecimentos contigo. E espero sinceramente que você não tenha esse desprazer. Mas vamos ser francos: no fundo, sabes como isso tudo vai terminar. Nada que é fundado em desrespeito, infidelidade e lascívia tende a durar muito tempo. Ou você ou ele cansa. Ou ambos, que é menos doloroso!
Tudo bem. Prometi, hoje, que não falaria mais nada. Conselhos, necas! Acabou essa história de “proteção infundada”. Não agüento mais ser colocada como o “lobo mau” do conto da Chapeuzinho Vermelho. Primeiro que isto nem é invenção; é a pura realidade. Segundo, não posso viver por você sempre. Cada um na sua.
Quando você precisar de mim (e espero sinceramente que não seja pra chorar), eu estarei aqui. Do lado de cá. De onde você não quer mais estar. Pronta para decifrar os mistérios que só você não está vendo, porque está, no mínimo, com miopia... Ou melhor, está amando. Como eu também já estive.
Sou sua amiga – não nego. Contudo, parece que chegou a hora de você andar com as próprias pernas. Fique bem. Precisando, sabe onde me encontrar.
Sara Albuquerque http://www.saralidade.com/
Dói. Ver você agindo como uma criança imatura dói. Não lhe culpo. A tentativa de conter os próprios desejos é tênue demais – apenas uma linha entre o certo e errado e puft! Se você opta pelo errado, baby, “quebra a cara” mais na frente. Mas a vida é assim. Aprendi na marra que os meus erros apenas serão colhidos por mim. Fui atrás deles. Eu quis. E me arrependi depois. Óbvio que você não tem que aprender com os MEUS vacilos. Mesmo assim, há esperança... Somos tão próximos. Vivemos praticamente tudo juntos.
Claro, claro! Não estou dizendo que vai acontecer o mesmo desenrolar de acontecimentos contigo. E espero sinceramente que você não tenha esse desprazer. Mas vamos ser francos: no fundo, sabes como isso tudo vai terminar. Nada que é fundado em desrespeito, infidelidade e lascívia tende a durar muito tempo. Ou você ou ele cansa. Ou ambos, que é menos doloroso!
Tudo bem. Prometi, hoje, que não falaria mais nada. Conselhos, necas! Acabou essa história de “proteção infundada”. Não agüento mais ser colocada como o “lobo mau” do conto da Chapeuzinho Vermelho. Primeiro que isto nem é invenção; é a pura realidade. Segundo, não posso viver por você sempre. Cada um na sua.
Quando você precisar de mim (e espero sinceramente que não seja pra chorar), eu estarei aqui. Do lado de cá. De onde você não quer mais estar. Pronta para decifrar os mistérios que só você não está vendo, porque está, no mínimo, com miopia... Ou melhor, está amando. Como eu também já estive.
Sou sua amiga – não nego. Contudo, parece que chegou a hora de você andar com as próprias pernas. Fique bem. Precisando, sabe onde me encontrar.
Sara Albuquerque http://www.saralidade.com/
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