Estive pensando em destino, nas oportunidades que a vida nos mostra e
nem sempre aproveitamos. Lembro de um trecho do livro "O Pequeno
Príncipe", em que o autor diz que "Só as crianças esmagam o nariz nas vidraças." Vontade
de ter essa curiosidade bonita, essa coragem de olhar o feio e o bonito
da paisagem, enquanto muitos dormem. Vontade de achar que ser feliz é
normal, que é direito de todo mundo, irrevogável. Porque às vezes essa
certeza vai embora, junto com todas as expectativas frustradas, deixando
um vazio e a cura na mão do tempo.
O tempo é tão travesso e ao mesmo tempo tão genial. Faz a dor acalentar, deixa a alegria passar, dando tchau, sorrindo, faz o riso virar choro e vice-versa. O tempo é tão bondoso que nos dá mais tempo ainda para refletir. E nos dá alguém que para o tempo. E nos tira alguém fazendo com que a vida pare no tempo. E nos devolve alguém para que os minutos passem rápido demais. E nos dá um gosto bom na boca ao escutar um riso. E anda lentamente na dor. E corre na alegria. E freia bruscamente com o inesperado.
Acredito que às vezes nos acontecem determinadas coisas para que possamos compreender. O que exatamente? Resposta que só o tempo dá. Coisa que o vento faz o favor de trazer para a gente. A vida é tão complicada e ao mesmo tempo tão simples. Às vezes a vontade é sentar em frente ao mar e pensar, repensar... até que a dúvida se transforme em riso ou em lágrima e a gente só possa mesmo aceitar o que nos é dado. O meu desejo, hoje, agora, é que eu saiba compreender os sinais que a vida dá (porque dá). Que eu não seja tão teimosa a ponto de não seguir as orientações que me foram dadas de graça, logo quando resolvi pegar essa estrada. Que eu não ignore os sinais e que o tempo saiba ser, até curar, até que tudo aqui vire riso de novo.
O tempo é tão travesso e ao mesmo tempo tão genial. Faz a dor acalentar, deixa a alegria passar, dando tchau, sorrindo, faz o riso virar choro e vice-versa. O tempo é tão bondoso que nos dá mais tempo ainda para refletir. E nos dá alguém que para o tempo. E nos tira alguém fazendo com que a vida pare no tempo. E nos devolve alguém para que os minutos passem rápido demais. E nos dá um gosto bom na boca ao escutar um riso. E anda lentamente na dor. E corre na alegria. E freia bruscamente com o inesperado.
Acredito que às vezes nos acontecem determinadas coisas para que possamos compreender. O que exatamente? Resposta que só o tempo dá. Coisa que o vento faz o favor de trazer para a gente. A vida é tão complicada e ao mesmo tempo tão simples. Às vezes a vontade é sentar em frente ao mar e pensar, repensar... até que a dúvida se transforme em riso ou em lágrima e a gente só possa mesmo aceitar o que nos é dado. O meu desejo, hoje, agora, é que eu saiba compreender os sinais que a vida dá (porque dá). Que eu não seja tão teimosa a ponto de não seguir as orientações que me foram dadas de graça, logo quando resolvi pegar essa estrada. Que eu não ignore os sinais e que o tempo saiba ser, até curar, até que tudo aqui vire riso de novo.
[Noemyr Gonçalves]
*Título é Marcelo Jeneci

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