Suprir necessidades é a que se resume minha vida. Não tenho intenção alguma de suprir as de alguém. Estou aprendendo a solidão de cada dia. Essa verdade do vazio inevitável. Que todos nós fingimos dominar, por um tempo. Ao menos na leviandade do prazer fugaz.
Esse gozo mentiroso que faz sentir amor. Mas é nossa sina ter apenas a si.
Quanto mais me afasto percebo que sou único. O único que vive estrangeiro, forasteiro do mundo. Isolado de tudo aquilo que importa fora de mim…
Sou individual agora, sou moderno.
Porque não dizer, mestre da auto satisfação.
Não há porque se envolver. Não lhe devo honra/moral. Não tenho nada contra, desde que mantenha distância. Não interfira e não lhe dou minha opinião.
Falo como se fosse possível. Como se permitisse sua interferência. Como se alguém ouvisse minha opinião…
Essa é nossa lei. A lei do “mais tarde, depois eu faço”.
Como se fosse possível evitar a angústia de não existir para o resto. De não tocar em mim um calor sincero. Como se fosse possível alguém ser tão insensível. Como se fosse possível ficar longe da humanidade. E da humanidade que vive em mim.
Esse gozo mentiroso que faz sentir amor. Mas é nossa sina ter apenas a si.
Quanto mais me afasto percebo que sou único. O único que vive estrangeiro, forasteiro do mundo. Isolado de tudo aquilo que importa fora de mim…
Sou individual agora, sou moderno.
Porque não dizer, mestre da auto satisfação.
Não há porque se envolver. Não lhe devo honra/moral. Não tenho nada contra, desde que mantenha distância. Não interfira e não lhe dou minha opinião.
Falo como se fosse possível. Como se permitisse sua interferência. Como se alguém ouvisse minha opinião…
Essa é nossa lei. A lei do “mais tarde, depois eu faço”.
Como se fosse possível evitar a angústia de não existir para o resto. De não tocar em mim um calor sincero. Como se fosse possível alguém ser tão insensível. Como se fosse possível ficar longe da humanidade. E da humanidade que vive em mim.
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